sem ponteiros


Prazeres urbanos
2014/04/13, 11:32
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Prazeres urbanos, um presente coletivo que contou com a participação de 14 pessoas para a criação de 18 frases que compartilham prazeres urbanos em Fortaleza, celebrando o aniversário de 288 anos da cidade. Cada pedaço de papel amarelo é uma frase.

@Parada de ônibus no Bosque Eudoro Correia/Praça das Flores, na av. Pe. Antonio Tomás.

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Tapioca, I love you so
2014/02/18, 21:58
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I usually have a hard time waking up early, but I won’t consider giving away my breakfast to arrive at work on time. Sure, I feel guilty when I open the door of the office and realize all my colleagues are already there, including the manager, but what can I do? I need my satisfaction from savouring a good breakfast. It’s how I can survive the morning shift with a smile on my face. A proper breakfast has almost become the guilty pleasure of everyday life.

Lately, for instance, eating tapioca has become a luxury I get to have on weekends. On weekdays, as I’m trying to wake and stay up, I’m still lazy and every second counts, so I usually grill a cheese sandwich instead of making a tapioca with cheese because it’s seems faster to make, although that’s a bit lame since they’re both ready in about a minute or so. But please, don’t be mistaken: I’m not talking about tapioca pudding or tapioca soup – I’m referring to the tapioca made in the North and Northeast Brazil, following the recipe of indigenous peoples. Tapioca/cassava powder is made from the cassava root starch, which is mixed with water and processed. We call casssava as mandioca in Portuguese: mandioca, tapioca… get it?  ;)

In Brazil one can find cassavas, cassava flour and cassava powder on supermarkets; plus, nowadays we know that cassava is gluten-free. In most Northeastern states of Brazil, it’s common to eat tapiocas for breakfast and for snacks. As I was missing tapiocas in my life, I asked my friend Laís Normando to take a photograph of the next tapioca she would make. She had one for breakfast last week and made it complete with a fine cup of Brazilian coffee!

Tapioca filled with cheese and cup a coffee. A frequent call for breakfast in Northeast Brazil, but even more common for afternoon breaks.

Tapioca filled with cheese and cup a coffee. A frequent call for breakfast in Northeast Brazil, and very frequent call for afternoon breaks. Photo kindly shot by Laís Normando. Free to share the photos.

I guess she enjoyed the assignment because she captured the entire process of cooking tapiocas, step by step, using wet cassava powder. Her photos may be used under CC BY NC SA license.

On the streets, one can find small and round-shaped tapiocas, cooked on griddles and served with coconut oil, butter or condensed milk. At home, tapiocas are usually made with a sieve and a frying pan:

2 full tablespoons of tapioca flour shall do the trick for cooking one tapioca on a regular-sized frying pan. Photo by Laís Normando.

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The flour is strained through a sieve and sprinkled onto a hot frying pan (or a griddle), as if you were cooking a crèpe or a pancake. Photo by Laís Normando.

The heat will make the starchy grains fuse into a flatbread, similar to a pancake. Here you can eat it pure, with butter, with cheese, with coconut milk, with banana, honey and cinnamon... You name it! Photo by Laís Normando.

The heat will make the starchy grains fuse into a flatbread, similar to a crèpe. Depending on the heat, the tapioca may be chewy or crispy – and sometimes both chewy and crispy. You can eat it pure, with butter, with cheese, with coconut oil, condensed milk, with banana, honey and cinnamon… You name it! Photo by Laís Normando.

I found this short video on YouTube, which shows a girl using wet cassava powder, and this one shows the homemade process of getting the cassava powder wet. :)



Afinal, o que é o PÚBLICO, né?
2014/01/08, 13:05
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O posicionamento da Previdência Social de São Paulo, na matéria Artista invade prédio do governo paulista para fazer ateliê, publicada hoje, 8 de janeiro de 2013, na Folha de S. Paulo, me trouxe um grande incômodo.

Sobre o que se trata? Um imóvel, que pertence à Previdência Social de São Paulo, estava desocupado no bairro Butantã. Artistas adentraram, limparam, grafitaram os muros e passaram a ocupá-lo. A Previdência quer vender o lugar e diz que a presença dos grafiteiros se trata de “tentativa de privatização do espaço público”.
AMIGO, espaço PÚBLICO tem que ser PRATICADO, VIVIDO. Se o dito lugar tá fechado, ele tá privatizado para o vazio!

Se é pra fechar prédios de autarquias, de escolas públicas, postos de saúde, que seja para serem ocupados por quem não tem casa, por quem quer transformar em local de lazer, de aprendizagem, associação comunitária ou ONG! É um desperdício de espaço para tantas boas possibilidades que poderiam povoar nossas cidades.



Propaganda para zine
2013/11/09, 18:53
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001oona brincadeira de brincar. apropriação de imagem para um “teaser” de zine da Zinco. [setembro de 2013]



escavações na selva de pedra #2
2013/10/27, 11:16
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foto(2)Expandindo uma frase dos zine-objetos lançados em 2012, fiz o #2 do zine Escavações na selva de pedra na segunda quinzena de outubro de 2013.

Foram 20 exemplares feitos com papel kraft e ofício, com escritos à mão, no computador e na máquina de escrever, um pouco de tinta guache e amarração manual.

O #1 foi feito no começo de 2013, a partir de negativos de fotografia que encontrei jogados na calçada, perto da minha casa.



palavras // movimento // palavras
2013/07/28, 18:47
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IMG00604parte de um presente. papel tingido a partir de beterraba. impressão digital.



zinepanfletos
2013/07/18, 01:02
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Contra remoções e despejos de comunidades pelas obras de megaeventos - Mãos de Wilma Farias; foto de Sabrina Araújo.

Zinepanfleto “Contra remoções e despejos de comunidades pelas obras de megaeventos” – Mãos de Wilma Farias; foto de Sabrina Araújo.

Para o ato A LUTA CONTINUA – ATO COPA PARA QUEM, que aconteceu em Fortaleza no dia 27 de junho de 2013, experimentamos zinepanfletos com algumas demandas do movimento para distribuir entre moradores da avenida Dedé Brasil, por onde o protesto seguiu.

Foi ação pequena, com apenas 15 zinepanfletos batidos na máquina de escrever horas antes do ato e cortados um a um. Eles levavam duas pautas do movimento: Cancelamento imediato do Acquario e da ponte estaiada no rio Cocó e Contra remoções e despejos de comunidades pelas obras de megaeventos. A ideia era levar as motivações a transeuntes e moradores que observavam o protesto. Cheguei perto de algumas pessoas com um “olá” e ofereci uma tira de papel: “Essa é uma das demandas do movimento”.

O Acquario Ceará, na Praia de Iracema, e a ponte estaiada sobre o rio Cocó são duas grandes e onerosas obras que o Governo do Estado do Ceará pretende construir em Fortaleza. Tendo a Copa do Mundo como desculpa, o Governo tem empreendido remoções de comunidades (mas a resistência é organizada) para construção de linha de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).




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