Há poucos prazeres como o sossego da madrugada na penumbra do quarto.
Lá fora, os carros e as motos começam a perder a queda de braço para o silêncio da madrugada. O calor já não se sente. Acabei de tomar uma xícara de café, ouvi duas músicas antigas, passei os olhos por algumas fotos e pensei em pessoas que já não faço ideia do que estão a fazer da vida.

O tempo parece abrir um compartimento feito sob medida.

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