Afinal, o que é o PÚBLICO, né?

O posicionamento da Previdência Social de São Paulo, na matéria Artista invade prédio do governo paulista para fazer ateliê, publicada hoje, 8 de janeiro de 2013, na Folha de S. Paulo, me trouxe um grande incômodo.

Sobre o que se trata? Um imóvel, que pertence à Previdência Social de São Paulo, estava desocupado no bairro Butantã. Artistas adentraram, limparam, grafitaram os muros e passaram a ocupá-lo. A Previdência quer vender o lugar e diz que a presença dos grafiteiros se trata de “tentativa de privatização do espaço público”.
AMIGO, espaço PÚBLICO tem que ser PRATICADO, VIVIDO. Se o dito lugar tá fechado, ele tá privatizado para o vazio!

Se é pra fechar prédios de autarquias, de escolas públicas, postos de saúde, que seja para serem ocupados por quem não tem casa, por quem quer transformar em local de lazer, de aprendizagem, associação comunitária ou ONG! É um desperdício de espaço para tantas boas possibilidades que poderiam povoar nossas cidades.

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